Às vezes não encontro sentido no dia que vivo. Tenho a sensação de que o mais importante que vivi ficou em algum lugar do passado. Minhas lembranças são feitas por uma sensibilidade que deseja dotar de sentido tudo o que passou.
Não possuo afinidades com os homens. Encontro alguém na rua que me pergunta como estou; respondo que estou bem, mas não sei qual é o sentido desse "bem". Quem, realmente, deseja saber como está o nosso coração? Continuo a andar. Encontro outro alguém que é cheio de pomposidade, e sobre esse tipo de caráter nada tenho a comunicar, exceto o meu profundo desprezo. No fim do caminho diário, vejo todos os homens unidos, oferecendo o melhor de suas vidas para um mundo que nada significa.
O mundo humano é um retrato sem face, um sonho sem nome, uma coisa apenas. Não me agrada a humanidade, mas apenas o homem singular. O mundo é injusto, repleto de fugacidade, mas essas coisas não são expressão do sistema político que vivemos, ainda que seja explícito que o sistema financeiro é corrupto, que os bancos são a decadência do gênero humano e que a propaganda reduziu o homem ao menor dos animais. O mundo é uma coisa sem sentido porque carregamos na alma esse caos sem nome e sem direção.
Que fazer com a consciência que temos? Que é vida de um homem quando a consciência para de crescer? Nada, apenas um grande e imenso nada.
Meu nome verdadeiro está aqui dentro de mim. Eu levo comigo um pouco de todos os nomes que um dia conheci.
Não possuo afinidades com os homens. Encontro alguém na rua que me pergunta como estou; respondo que estou bem, mas não sei qual é o sentido desse "bem". Quem, realmente, deseja saber como está o nosso coração? Continuo a andar. Encontro outro alguém que é cheio de pomposidade, e sobre esse tipo de caráter nada tenho a comunicar, exceto o meu profundo desprezo. No fim do caminho diário, vejo todos os homens unidos, oferecendo o melhor de suas vidas para um mundo que nada significa.
O mundo humano é um retrato sem face, um sonho sem nome, uma coisa apenas. Não me agrada a humanidade, mas apenas o homem singular. O mundo é injusto, repleto de fugacidade, mas essas coisas não são expressão do sistema político que vivemos, ainda que seja explícito que o sistema financeiro é corrupto, que os bancos são a decadência do gênero humano e que a propaganda reduziu o homem ao menor dos animais. O mundo é uma coisa sem sentido porque carregamos na alma esse caos sem nome e sem direção.
Que fazer com a consciência que temos? Que é vida de um homem quando a consciência para de crescer? Nada, apenas um grande e imenso nada.
Meu nome verdadeiro está aqui dentro de mim. Eu levo comigo um pouco de todos os nomes que um dia conheci.






